Portugal
O Melhor da Quinta da Boavista

A Quinta da Boavista integra a primeira demarcação da região do Douro, em 1756, e figura nos célebres mapas de Joseph James Forrester, no século XIX. Ao longo do século XX passou por vários proprietários, cada um deixando a sua marca na viticultura da Boavista.
Em 2020, foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, uma das principais casas de vinhos do Douro e Porto, abrindo um novo capítulo na sua história.
Os dados sobre a fundação da Quinta da Boavista são imprecisos, mas as pesquisas do historiador Gaspar Martins Pereira mostram que, à época da primeira demarcação do Douro, as vinhas da propriedade já eram referenciadas como produtoras de "vinhos finos de feitoria", os melhores vinhos do Porto destinados à exportação.
A Quinta figura ainda nos célebres mapas de Joseph James Forrester: o Mappa do Paiz Vinhateiro do Alto Douro, de 1843, e o Douro Portuguez e Paiz Adjacente, de 1848.

Da vinha à garrafa:

Há mais de 90 anos, as videiras da Vinha do Oratório crescem em terraços curvos e altíssimos, alguns com 8 metros, que deram nome ao lugar. São mais de 25 castas durienses dividindo o mesmo solo, voltadas ao sol da manhã. Dessa mistura antiga nasce um vinho encorpado e cheio de camadas.

Vinha de 1930, no Douro, com mais de 25 castas antigas plantadas juntas. Essa mistura rara provê complexidade e profundidade ao vinho. Os socalcos de xisto voltados a Norte garantem frescor, e cada garrafa nasce do trabalho manual de quem conhece a terra de perto.
Vinhas velhas e novas
